DICIONÁRIO DO NEGRO NA LITERATURA BRASILEIRA

 

Organizadora:  Profa. Dra. Ellen dos Santos Oliveira (UFS)

Lattes: http://lattes.cnpq.br/0243081448488165

 

 

a) Ementa:

 

Esta chamada tem como objetivos reunir artigos relacionados à temática da representação do negro na Literatura Brasileira para compor os verbetes para o “DICIONÁRIO DO NEGRO NA LITERATURA BRASILEIRA”. Nesse sentido, estaremos recebendo artigos que tratem da representação do negro e temas relacionados a sua experiência de mundo, seja no período abolicionista, pós-abolicionista, ou na sociedade contemporânea. Abaixo, listamos alguns verbetes e também aceitamos sugestões.

 

A - A África, de Apolinário Porto Alegre; Abolição na Literatura; Abolicionistas engajados: os escritores e suas militâncias; Apolinário Porto Alegre; Alberto Coelho da Cunha; Aline França (1948-); Ana Maria Gonçalves (Ibiá – MG, 1970); Athos Damascenos (Negrinho do pastoreio); Augusto Meyer (Oração ao Negrinho do Pastoreio); Aprício Silva Rilo (Oração e contra oração ao Negro do Pastoreio); autores e obras africanas; entre outros verbetes.

B - Bernardo Guimarães: A escrava Isaura; Bom Crioulo, de Adolfo Caminha; entre outros verbetes.

 

C – Canon Literário e o negro na Literatura; Crítica literária e o negro na literatura; Crime e castigos na Literatura; Comércio de escravos na Literatura; Castro Alves e a poesia condoreira; Cruz e Sousa (1861-1898); Carolina Maria de Jesus (Sacramento – MG, 1914 – São Paulo – SP, 1977); Conceição Evaristo (1946-); Cidinha da Silva (Belo Horizonte – MG, 1967); entre outros verbetes.

 

D – Diáspora negra na Literatura; Direito, escravidão e Literatura; Duarte Bandarô (Fantine, Cenas da escravidão – 1881); Desafios da condição de ser negro; entre outros verbetes.

 

E - Escravidão na Literatura; Emancipação na Literatura; Elisa Lucinda dos Campos Gomes (Cariacica – ES, 1958); Esmeralda Ribeiro (1958-); Malungos e Milongas (1988); entre outros verbetes.

 

F – Família, escravidão e liberdade na Literatura brasileira; Fernandes Barbosa (1910-1958); Fuga de escravos na literatura; entre outros verbetes.

 

G - Getulino (1856), de Luiz Gama; Gabila, por Apolinário Porto Alegre; entre outros verbetes.

 

H – Historiografia literária e o negro na literatura; entre outros verbetes.

 

I – Imagem do negro na Literatura; Índios e negros escravos na Literatura; entre outros verbetes; Imprensa literária e a escravidão; intelectuais literatos e a causa abolicionista; entre outros verbetes.

 

J – Jacobinos negros na Literatura; Jaride Arraes e heroínas negras brasileiras em 15 cordéis; Jesuítas e a escravidão; José de Alencar (O tronco do Ipê – 1871); Joaquim Manuel de Macedo (As Vítimas-Algozes: quadros da escravidão); entre outros verbetes.

 

K – Kalunga(s) na Literatura; entre outros verbetes.

 

L - Leis abolicionistas na Literatura; Liberdade na Literatura; Linguagem e racismo; Lima Barreto; Lívia Natália (1979- ): Água Negra (2011); Luiz Silva Cuti (Ourinhos – SP, 1951); Luiz Gama (1830-1882); entre outros.

 

M – Mapeamento de escritores negros na Literatura; Mapeamento de obras literárias com a representação do negro na Literatura; Mapeamento de personagens negros na literatura; Machado de Assis; Maria da Conceição Evaristo de Brito; Maria Firmina dos Reis; Maria Beatriz Nascimento; Mário de Andrade (Macunaíma); Monteiro Lombato; Mortes da escravidão na Literatura; Movimentos abolicionistas na Literatura; Mulher negra na literatura; marginalização do negro na Literatura; entre outros.

 

N – Navios negreiros na Literatura - representações; Navio Negreiro, de Castro Alves; Negritude na Literatura; Negro, nação e nacionalismo(s); entre outros verbetes.

 

O – O negro na sociedade; “Orukomi-meu nome”, de Esmeralda Ribeiro(1958-); entre outros verbetes.

P - Preconceito racial contra o negro na Literatura; Parthenon Literário e o abolicionismo na Literatura brasileira; Preto e Branco (1986), de Fernandes Barbosa.

 

Q - Quadros de tortura: representações na literatura; “Quem sou eu?”, de Luiz Gama; Quilombos e Quilombolas na Literatura, entre outros verbetes.

 

R - Recordações do escrivão Isaías Caminha, de Lima Barreto; Relatos da escravidão na literatura; Relatos de preconceitos na Literatura; Revista da Sociedade do Partenon Literário; Revoltas escravas na Literatura; Religiosidade e escravidão na Literatura; Ruth Guimarães Botelho (1920-2014); entre outros verbetes.

 

S – Samba e negros na Literatura; Solano Trindade (Recife – PE, 1908 – Rio de Janeiro – RJ, 1974); Silvio Romeiro e a poesia condoreira; Súplica ao negrinho do pastoreio (1959), de Fernandes Barbosa; entre outros verbetes.

 

T - Torturas da escravidão na Literatura; Tráfico de escravos na Literatura; entre outros verbetes.

 

U - Unidos contra a escravidão (escritores e engajamento social dos movimentos abolicionistas), entre outros verbetes;

 

V - Vargas Neto (Fumo Crioulo); Vidas de escravos em textos literários; Violência contra os negros na Literatura; Violência da escravidão na Literatura; Vozes da África, de Castro Alves; entre outros verbetes.

 

W - Wilma P. dos Santos (Negrinho do Pastoreio); entre outros verbetes.

 

X - Xenofobia e escravidão na Literatura Brasileira; entre outros verbetes.

 

Y – Yang e Yin na Literatura brasileira; entre outros verbetes.

 

Z - Zumbi dos Palmares na Literatura brasileira; entre outros verbetes.

 

b) Serviços Incluídos:

 

Os livros terão tamanho 16 x 23, ISBN, E-ISBN, Conselho Editorial (formado por doutores), Ficha Catalográfica, Código de barras, DOI (do Livro e por Capítulo), Índice Remissivo, “Seção Sobre os Autores”, com miolo - pólen 80 g, 1x1 p & b, imagens no E-book coloridas e no livro impresso em escala de cinza -  capa supremo 250g colorida, com orelhas, a laminação pode ser fosca ou com brilho ".

 

c) Normas para publicação:

 

  • Os capítulos para o livro deverão estar nos limites de 08 a 15 páginas, em formato de Word, na fonte Times New Roman, margens superior e esquerda 3, e inferior e direita 2, tabulação de parágrafos 1,25, espaço entre linhas de 1,5 e sem espaço entre parágrafos. 
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  •  O título deve estar em caixa alta, centralizado, e em negrito, fonte Times New Roman, tamanho 12. 
  • O(s) nomes do(s) autor(es) devem estar abaixo do título, alinhado à direita, e com nota de rodapé com vínculo institucional e e-mail.  - Não há necessidade de resumo ou abstract.
  • As citações até 3 linhas devem ser incluídas no corpo do texto entre aspas, finalizado com (AUTOR, ANO, p. XX).
  • As citações com mais de três linhas, devem estar separadas do texto com recuo de 4 cm à esquerda, na fonte tamanho 11, e finalizado com a referência (AUTOR, ANO, p. XX).
  • Caso haja imagens e tabelas, elas devem ter a legenda explicativa acima, e a fonte abaixo, conforme as normas da ABNT (NBR 6023). 
  • Nas referências finais, destacar todos os títulos das obras em negrito e não itálico, conforme as normas da ABNT (NBR 6023). 
  • Caso o texto já tenha sido publicado em periódicos ou Anais, deve ser informado em nota de fim de página. 
  • O autor é responsável pela autoria de seu texto. É vedado plágio. 
  • Os textos submetidos, uma vez aprovados, deve ser autorizado para a publicação em livro.
  • O pagamento será feito em parcela única, por meio de depósito a ser informado por e-mail. 
  • É possível submeter até 03 textos como autor, e 02 como co-autor.
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d) Investimento

 

  • Taxa de publicação por capítulo no valor de R$200,00 (independentemente da quantidade de autores). Para cada texto submetido, será disponibilizado gratuitamente o E-BOOK e um exemplar do livro impresso. Podendo o(s) autores adquirir mais exemplares à parte. 

 

 

PRAZO DE SUBMISSÃO DE ARTIGOS COMPLETOS: ATÉ 30 DE AGOSTO DE 2026.

 

PRAZO DE PUBLICAÇÃO: ATÉ 30 DE NOVEMBRO DE 2026.

 

OBS: Os artigos devem ser anexados no formulário de inscrição no site da Editora J. Alves no link https://editorajalves.com.br/chamadas  ou ser enviados por e-mail para: editorajalves@gmail.com

 

OBS 2: Essa chamada pode ser prorrogada ou suspensa caso não consiga todos os verbetes, sem contar o do organizador(a).

 

OBS 3: No entanto, a editora pode publicar a primeira edição do dicionário com a quantidade mínima de 10 verbetes, e poderá ser atualizado com novas chamadas, com outras edições, até completar todos. Então, publicar a versão final.

 

 

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